Foto da mobilização dos servidores na segunda votação

Sem a participação dos servidores o resultado não poderia ser outro: teremos um reajuste REBAIXADO que irá diminuir mais ainda o investimento do governo com os servidores.

Quando os servidores não participam, Paulo Alexandre, vereadores e sindicato-amigo-do-patrão nadam de braçada. Fazem a velha jogadinha ensaiada que não favorece os servidores em nada.

O prejuízo só não será maior porque uma pequena parcela dos trabalhadores foi ativa e compareceu às assembleias e atos da Campanha. Se não fossem por esses o reajuste seria de ZERO %, como Paulo Alexandre já tentou em 2013 e 2017.

Veja o que foi aprovado:

1) Reposição salarial: 3,9% (incidindo em fevereiro);
INSUFICIENTE! Só cobre a inflação, não contribui em nada para recuperar nossas perdas passadas. Portanto, não é ganho real.

2) Auxílio alimentação: 5% (R$ 456,94, incidindo em fevereiro);
INSUFICIENTE! R$ 21,87 a mais (R$ 0,99 por dia útil)!

3) Cesta básica: 5% (R$ 294,00, incidindo em fevereiro);
São apenas R$ 14,00 de reposição e vai continuar muito aquém de uma verdadeira cesta básica. O valor médio das cestas básicas em Santos que a própria Prefeitura divulga no Diário Oficial é de R$ 405,76.
Ou seja, todo mês FALTA pelo menos R$ 97,76 para o servidor municipal comprar uma cesta básica em Santos.

4) CAPEP: Acréscimo de 0,5% de contribuição da Prefeitura por período de 12 meses.
Os servidores querem essa alteração, mas não apenas por um ano. A reivindicação era que esse reajuste fosse permanente para que a Prefeitura repassasse o rombo deixado pelo Sr. Eustázio e, ainda, para que a CAPEP não passe mais pelo que passou.

SÓ A LUTA MUDA A VIDA!